Kia Ora, meu velho conhecido

  Para quem me acompanha aqui no blog e no Instagram, Rangiroa é uma velha e querida conhecida. É uma daquelas ilhas que mexem com ...


Para quem me acompanha aqui no blog e no Instagram, Rangiroa é uma velha e querida conhecida.

É uma daquelas ilhas que mexem com o imaginário da gente! Águas cálidas e cristalinas, abundante vida marinha, um dos melhores lugares do mundo para mergulhar, passeio à lagoa azul (um dos meus favoritas na Polinésia) e sem hordas de turistas.

Não que o Tahiti seja destino de hordas. É muito longe e muito caro. Tudo no Tahiti é superlativo. Mas sair do eixo Moorea-Bora Bora nos dá uma sensação de exclusividade absurda.

Nesse belo arquipélago de nome Tuamotu está Rangiroa,  ou "ïmenso céu"  - aliás,   e que céu! 


Em Rangi, como os polinésios carinhosamente a chamam, fica o esplêndido hotel Kia Ora, onde estive em 2013 e retornei em novembro de 2016.

Três anos após minha primeira visita, constatei que nada, absolutamente nada mudou. Sabe aquele lugar em que o tempo parou?

A propriedade, que mantém o mesmo gerente, Gèrard, e vários outros funcionários (como o querido Memé) segue tão bem cuidada como da primeira vez.

O atendimento é bem pessoal e afável. A gastronomia deu baile em muito hotel renomado de Bora Bora e com preços bem mais acessíveis. Por sinal, no Kia Ora, altamente recomendo o regime de meia-pensão, considerando que há apenas um restaurante na ilha. 


O hotel oferece vários tipos de bangalôs: sobre a água, frente ao mar (alguns com ofurô, outros com dois andares, que acomodam várias pessoas). Mas, o meu preferido é a vila com piscina privativa.



O Kia Ora dispõe de bicicletas. E é ótimo se valer delas para ir ao micro tiny mini mercado, pertinho do passe Tiputa, onde, fim de tarde, os golfinhos dão um espetáculo. Basta sentar e apreciar.

Outro espetáculo é acordar cedinho e ver o sol nascer no mar aberto. É só atravessar a única rua que corta a ilha. 



O Kia Ora é pé na areia, tem SPA, academia, piscina com borda infinita e transfer ao aeroporto. Mas são as paisagens que você vai ver e as experiência que terá que farão a ilha e o hotel serem memoráveis! Inesquecíveis!


















Posso dizer que Rangi é uma ilha pouco conhecida e quase intocada. E, para dar essa sensação de isolamento, o KIA ORA dispõe do LE SAUVAGE, em um motu que fica a uma hora de barco e conta com apenas cinco bangalôs de areia, com decoração mais primitiva. Depois de o sol se pôr, a única iluminação vem das lanternas e da lua. Fico pensando como deve ser apreciar o céu e as estrelas de lá... Quem sabe um dia?!?


 

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